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segunda-feira, 18 de abril de 2016

O papel do observador

observação é um etapa dentro do perceber, ver e interpretar e a pesquisa sempre foi uma ferramenta muito importante para novas descobertas, e nosso olhar é a principal ferramente, dele podemos utilizar para as pesquisas e evolutivas da educação.
Assim analisamos dois modos de realizar a observação, temos:
Observação não participante: o investigador não interage de forma alguma com o objecto do estudo no momento em que realiza a observação, logo não poderá ser considerado participante. Este tipo de observação a interferência do observador no observado é minima ou não chega a acontecer e permite o uso de instrumentos de registo sem influenciar o objecto do estudo.
Observação participante: Ele integra o meio a investigar, “veste” o papel de actor social podendo assim ter acesso às perspectivas de outros seres humanos ao viver os mesmos problemas e as mesmas situações que eles. Assim, a participação tem por objectivo recolher dados (sobre acções, opiniões ou perspectivas) aos quais um observador exterior não teria acesso. 




sábado, 9 de maio de 2015

Reflexão dos textos


 
"SOCIEDADE, COTIDIANO ESCOLAR E CULTURA(S): UMA APROXIMAÇÃO."
Por  VERA MARIA FERRÃO CANDAU
 
"A RELAÇÃO EDUCAÇÃO E SOCIEDADE. OS FATORES SOCIAIS QUE INTERVÊM NO PROCESSO EDUCATIVO."
Por AlBERTO NOÉ
 
 
e VIDEOS :

MACUNAIMA
MACHUCA
 
     Sob um contexto sócio cultural que os temas propostos abrangem, vêm a nossa mente questionamentos sobre a educação e a importância da família na construção da sociedade.
As influências que sofremos estão diretamente ligadas ao nosso crescimento como cidadãos e neste aspecto, onde estamos inseridos nesta sociedade?
A história nos remete à reflexão de valores durante épocas distintas, por exemplo, o que nossos avós acreditavam há 50 anos atrás ainda fazem parte da nossa educação hoje?
O que era tido como conceito ainda é válido?
     A busca de conhecimento deve ser algo constante e inesgotável. Em Macunaíma, por exemplo, Mario de Andrade satiriza a forma culta da escrita trazendo elementos da cultura brasileira e um vocabulário análogo ao comportamento do povo, e se tornando, junto com outros escritores da época, a maior influência cultural que culminou na semana de arte moderna de 22. Esta obra ainda é usada em diferentes contextos e épocas, assim como estamos trabalhando agora, já foi citada em vestibulares em todo o país.
O jeito zombeteiro e preguiçoso de Macunaíma nos remete à nós mesmos, à nossa cultura brasileira. Mas o verdadeiro protagonista da obra é o folclore e o povo, os sonhos e a saliência cotidiana que aprendemos ainda na infância.
     O ensino se dá, sobretudo, pelo exemplo. Seja pelo hábito de ler até o uso de álcool ainda na infância, é sabido que tais comportamentos começam com a formação do cidadão ainda na puerícia, pelos pais, familiares e comunidade. Afirmado isto, ainda podemos concluir que o dever de ensinar não depende apenas dos professores na escola, mas o advento do aprendizado deve ser uma atividade diária de todos.