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domingo, 26 de novembro de 2017

Transtornos Globais de Desenvolvimento TGH

Boa tarde...
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
As crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa, evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas, podem também ter variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. 
E então como lidar com estas crianças na Escola?
A cada dia mais crianças estão chegando com este transtorno, ainda não tive esta experiência de lidar com algum aluno diretamente, mas já tive na escola uma palestra em uma reunião pedagógica onde estava tendo um processo de integração de uma criança que estava sendo inclusa na escola, lembro-me de como foi exporto o que era e como podíamos lidar com as diferenças, a relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Contudo foi exposto a necessidade de ajudar a dar uma rotina, como ter o cuidado na integração social e como podíamos abordar a turma para que não ocorresse fatos de preconceitos e exclusão da turma. Quando fui esta semana saber sobre esta criança, descobri que esta criança mais falta que vem a escola. Fiquei triste pois mesmo percebendo que mesmo com a preocupação da escola, está criança mais frequentou a sala de recursos que a sala de aula com sua turma.

Jacare ou Crocodilo

Boa Tarde...

Sobre Crocodilos e Avestruzes de Ligia Amaral texto bem interessante e de uma leitura leve e enriquecedora contrui um resumo bem interessante.

A primeira parte deste texto, discute o que é ser diferente, “que foge de um modelo”, mas que modelo? O que é significativo para ser diferente e foge dos modelos?
Primeira fala dos critérios estatísticos, a média e a moda, como critérios, como se fossem critérios de média de altura, ou como a moda o que é tradicional como professoras de educação infantil, e relata que falar das diferenças que media e moda não colabora.
O segundo critério seria o  estrutural e funcional, e diz que este faz mais sentido como critérios biológicos, pensando em pessoas que todas nascem com dois olhos, duas pernas, uma boca e por ai vai, prorporções e como devemos lidar e não julgar o diferente.
O terceiro critério é um tipo ideal que normalmente que temos em mente que são padrões idealizados por uma maioria dominante

A deficiência tem as diferenças e o histórico da inclusão, desde quando as pessoas eram exterminados, ate o assistencialismo e agora na inclusão que tem algumas coisa que dificultam o trabalho com o diferente, quando nos baseamos na sua inserção na sociedade. Os mitos que cercam a deficiência, a autora trabalha a analogia dos crocodilos e os castelos medievais, sendo que os crocodilos seriam nossos mitos e o castelo seria a verdade dos fatos, crocodilos seriam o nosso preconceitos, prontos para nos devoras e nossos estereótipos e a ponte do castelo é a nossa oportunidade de nosso encontro com a ciência com do que é realmente. Os mitos, os preconceitos ela subdivide em três pontos: 1- genarização indevida, como por exemplo falarmos alto com o cego, como se fosse surdo também, ou quando tratamos a pessoa com deficiência com incapaz; 2 – correlação linear, muitas vezes a gente fácil relações do tipo, se um cego gosta de música todos gostaram; 3 – contágio osmótico, a gente pensa por algum motivo que a deficiência é transmida, mesmo que nosso conciênte saiba que não transmite, evitamos o contato. Dentro dos mitos ela fala também das barreiras atitudinais, seriam como um filtro, que seria as nossas relações com os deficientes, e este filtro que trabalha a nossa atitude que criam barreiras.

Na analogia do avestruz, ela traz que temos mecanismos de defesa para lidar com os deficientes e por muitas vezes o nosso contato com os deficientes podem trazer ansiedades, medos e insegurança e isso acontece como um afastamento pela nossa falta de lidar com a situação e agimos como um avestruz e colocássemos a cabeça embaixo da terra para não ver, ou mecanismo de defesa quando falamos algo do tipo nossa ele é cego mas nem parece.

Nos somos diferentes, a deficiência existe e não a problema algum com ela nem com as diferenças, e como é diversa as condições humanas e o problema está como lidamos com isso e pensar os parâmetros de normal e anormal, e como nos definimos nos mesmos e os outros. Assim traz a perspectiva de como é muito bom sermos diferentes e como devemos lidar para estabelecer um parâmetro de comparação, refletindo nossas atitudes.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

História das Pessoas com necessidades Especais

Olá pessoal...

Chocante saber que algum dia o ser humano matou ou torturou pessoas, simplesmente por não intende-las! 

Foi difícil não se sensibilizar no texto de OLGA e ROLIM que conta como eram tratadas as pessoas na Pré Historia e Antiguidade, como conta que pelo fato de que se a pessoa não conseguisse caçar ou ser julgada subumana por não conseguir fazer algo poderia ser morta pela sua inutilidade perante os demais.
Doí pensar com em passos curtos mas significativos o mundo e a sociedade foi tratando as pessoas com necessidades especial de forma cruel e que ainda vemos uma sociedade que tem deve mudar sua forma de pensar sobre essas pessoa iguais e dignas de respeito e direitos assim como todos.

Dói perceber que preposições ou sujeitos em uma frase podem mudar muita coisa. Alguém já havia pensando em coisas básicas como:

Movimento “de” Deficientes ou Movimento “para” Deficientes
“Os deficientes” ou “As pessoas com deficiências”

Nos desafios do século XXI, certamente temos vários passos a dar como sociedade não excludente e de equiparação, onde não sejam feitos privilégios, mas dado direitos a acessibilidade, transporte, trabalho, lazer turismo, etc.
Além das questões de educação da sociedade para acolher e perceber este movimento de pessoas com necessidades especiais, como cidadãos de direito em mesmo nível. Dando oportunidade de pertencer ao mundo que já lhe és de direito, mas tomado pelo preconceito de não os conhecer.