quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

04 - Reflexão e Evolução do Decorrer do curso - Música na Escola

Olá pessoal ...

Hoje foi realmente um dia de muita leitura e releituras, ainda que motivada pelos meus interesses individuais que já tinha anteriormente ao PEAD e junto agora aos conhecimentos adquiridos e muito influenciada aos resultados e reflexões que o estágio me propiciou no mundo lúdico, do brincar, da brincadeira, da corporeidade as música sem dúvida está presente sem dúvida em minhas aulas, apesar de retornar as lembranças que as aulas de música me oportunizaram com o cuidado da nossa voz como professores e que dependemos diretamente dela, busco agora trazer o porque da música estar presente em nossas salas de aula e em nossas vidas.

 Nesse contexto, o Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil sintetiza que:
A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio. A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas, etc, (BRASIL, 1998, p. 45).

Acho importante a contribuições da música na educação e nos processos de ensino aprendizagem, como professora percebo que cabe ao professor em sala de aula possibilitar recursos que promovam esse ambiente musical para os alunos. O uso da tecnologia atual como: pendrive, som, computador, brinquedos eletronicos, tablets,etc... são recursos que fazem os sons serem reconhecidos, sendo de ótima valia ao seu uso em sala. Os sons, a música vem para elaboramos planos onde a efetivação da mesma de forma pode ser aleatória, esporádica e sem um propósito definido, mas  faz a descontração do ambiente que em um uso planejado pode ter uma perspectiva com objetivo promover estímulos aos estudantes, possibilitando a construção da capacidade de desenvolver sua linguagem oral, utilizando a música como ferramenta pedagógica, para desenvolvimento expressivo. Assim, se faz necessário propiciar atividades lúdicas e dinamizadas que desenvolvam a expressão, sentimentos, criatividade, ritmo, movimento, através de meios que possibilitem novos percursos para trabalhar a música em sala de aula.






03 - Reflexão e Evolução do Decorrer do curso - Ludicidade na Educação

Olá Pessoal...

A criança ao ingressar na escola, enfrenta na maioria das vezes um série de imposições dos adultos que levam a uma grande quebra no ritmo de sua atividade lúdica. A criança passa que na maioria do tempo brincava e jogar passa, agora várias horas imobilizadas e presas às cadeiras. executando tarefas que não exigem que nenhum movimento. Na maioria das vezes, o brincar e jogar se transforma em um plano secundário erroneamente. 
Mesmo que por um vicio ou costume próprio, tenho a falha de usar o brincar, brincadeira e lúdico como sinônimos, mas em um entendimento aprofundado já adquirido pelo meu interesse aos temas tenho a consciência que existem dentro destes algumas variantes que irei dar significados no contexto.

Figueredo (2009) apud Bettelhen (1988) e Oliveira (1987) são dois autores que se preocuparam com esses conceitos, porém têm posições não totalmente convergentes. O primeiro estabelece uma distinção entre brincadeiras e jogos:  brincadeira não é pautada por regras, a não ser aquelas que a própria criança impõe as atividades podendo alterá-las a qualquer momento; os jogos possuem regras e estrutura definidas aspectos competitivos que se aproximam mais do jeito do adulto passar tempo. Esse autor afirma ainda que, ao brincar, a criança busca um equilíbrio dentro de si mesmo, enquanto, no jogo, ela procura harmonizar-se com conformidade com a estrategia do seu oponente. A criança na brincadeira estabelece uma ordem interna e no jogo aceita e trabalha com ordem externa, afim de atingir seus objetivos. Já Oliveira entende que tanto as brincadeiras quanto os jogos são praticas coletivas, que exigem uma serie de conhecimentos e regras que estabelecem um diferença entre o brinquedo e a brincadeira.

Falar de Ludicidade na Educação é para mim sempre emocionante pois em minhas praticas educacionais em minhas turmas o direito de brincar nunca é esquecido, tendo como referencia já pelas crianças e  profissionais nas escolas, como uma ação de reconhecimento por todos, sendo uma marca da prof. Nati, pois ao brincar afirmo a afetividade  junto as crianças ganhando a confiança e assim os desafios vão sendo lançados para que as crianças aprendam, divirtam-se e eu consiga junto a turma observar, perceber, evoluir e assim construir conhecimentos, explorando a criatividade e a curiosidade.

Para Piajet (1978) não estabelece tais distinções sobre brincar, brincadeira e jogo, denominando atividade lúdica infantil. Porém ele realiza uma classificação do jogos, de acordo com a complexidade de suas estruturas: o jogo do exercício que é o que não supões qualquer técnica particular, o jogo simbólico que aplica a representação de um objeto ausente, e o jogo de regra que supões relações sociais ou interindividuais.

Assim, enquanto educadora que pesquisa sobre o assunto, tenho a preocupação e o comprometimento com a transformação real  e efetiva do sistema escolar, entendendo que é necessário que se articulem todos os caminhos possíveis para a concretização no sentido que  a corporeidade o lúdico  devem estar presentes na sistemática educacional.



02 - Reflexão e Evolução do Decorrer do curso - Coporeidade

Olá pessoal....

Juntando a fatos significativos vividos em meu estágio obrigatório que ocorrem ao longo do semestre e buscando a reflexão dos primeiros semestres fui revisitar a disciplina de Corporeidade - epistemologia e vivencia do aprender.
Que traz o o pressuposto que “ter um corpo é questão de existência, mas ser um corpo (sentir/perceber) é condição de humanidade” (Gonçalves,1998).

Além de colegas do mesmo grupo de orientação de estágio, professores e tutores que orientaram-me, poucos sabiam do dilema vivido em meu estágio, onde tive que aplicar o material ditador da proposta pedagogia que o município de Viamão utiliza e que  é vendido pelo programa Alfa e Beto, neste de forma básica todas as aulas durante o ano letivo já são pré definidas e só devem ser aplicadas pelo professor, este material em questão teve que ser seguido a risca e em momentos onde sobravam espaços livres pude aplicar minha forma de didática para que assim o estagio se desse. Nas vivencias em sala de aula foi um ano bastante exigente na adaptação da turma com o material e após um esforço conjunto da turma em realizar atividades definidas e as que a turma gostaria de poder explorar.
Nesta vivencia em sala, muitos dos aprendizado que a UFRGS me empoderou fez fervilhar com o retrocesso da proposta emposta pelo município, sendo minha orientadora Rosane Aragon minha fiel ouvinte dentro das minhas expectativas com o estágio e as frustrações por falta de tempo e aplicatividade do que gostaria de realizar em sala. Após este resumo da novela Mexicana que se transformou meu estágio, e esclarecimento para o que quero realmente falar aqui nesta postagem, trago o tema da evolução humana, da questão significativa que é o aprender e de como ele pode ser.
Gosto muito de relembrar aos leitores minha primeira formação em Educação Física, pois dela tenho muito significados sobre como podemos evoluir a aprender brincando, tanto que quando falo em jogo, brincar, lúdico, brincadeira utilizo como sinônimos. 
Mas ai você leitor está tentando entender o que meu estagio, URFRS, minha formação e brincar tem conexão? - e lhes respondo que tudo está diretamente ligado.
Dentro de minhas frustrações como profissional e no estágio obrigatório, percebi como vejo a Educação de uma forma Global, sendo que fui empoderada pelas formações que já tinha em união com atualidades que a UFRGS me possibilitou ao longo do curso, assim perceber que estamos na mão de governantes que nada sabem de Educação me fez desacomodar-se como profissional e resistência em não aceitar dar passos para traz nas poucas evoluções que a Educação Ganhou ao longo dos anos.
Na disciplina de Corporeidade estudamos sobre o aprender e que este  não significa mais acumular conhecimentos, percebendo  que é preciso contextualizar, articular, possibilitar  relações e conexões para que aconteça uma aprendizagem significativa.
 Neste sentido, a corporeidade é uma forma de perceber a si e ao mundo numa perspectiva nova de interação em processo de reinvenção constante de si, do outro e  onde vivo. 
Como profissional de Educação infantil percebo a necessidade que a criança tem de brincar e como defensora do mundo lúdico, compreendo como a aprendizagem e o estudo de como ela se dá pode trazer várias respostas nas brincadeiras sobre o aprender. 
Pois quem nunca brincou quando criança? Dificilmente encontraremos alguém que responda negativamente. 
No ato de brincar a criança se descobre e flutua entre o imaginário, o simbólico e o real, assim inventa, constrói e destrói, conhece-se.  Acredito que o jogo é potencial de realidade interna e externa, onde surge o sentimento de prazer ou alegria, assim a atividade lúdica transforma o desejo inconsciente em curiosidade, criatividade, em elementos que vão trazer a construção e conhecimento e sem dúvidas entrando no valor emocional educativo.  Desta forma o brincar na escola se torna legitimo.

01 - Reflexões e Evolução do Decorrer do curso - Portifólio

Bom dia Pessoal...

Acredito que precisamos em nossa existência sempre estarmos ligados a algo para ter a sensação de que fazemos alguma coisa, e assim fazemos parte deste mundo, para que de alguma forma não nós sentirmos parados no tempo ou não existentes. Ter um proposito é particular a cada um de nós mesmos nesta vida. Não ter uma ligação a algo, transmite a sensação de falta de sentido. E de uma forma meio que estupida por vezes nessas nossas vidas acabamos por envolvermos em muitas coisas achando que estamos fazendo muito, mas não percebemos como estamos fazendo ou de que forma.  De um jeito meio que sem sentido e por vezes como dependência o portfólio foi se dando ao longo do curso. Deveria agora defender e sem dúvida mostrar minha evolução ao longo do curso sobre minha dedicação a ele e como este aqui ao qual relato minhas reflexões foi uma ferramenta que me fez dependente com propósitos incalculáveis e claros sobre minha evolução, mas infelizmente eu como ser humano que joguei-me no mundo do fazer muitas coisas e não anotando obrigações, assim tive a gafe de mais um semestre não ter a dedicação que precisava para facilitar minha vida acadêmica com minhas escritas sobre conteúdos, ensinamentos, descobertas ou simples desabafos de uma professora em sala de aula,  entre outras relações enquadradas a minha evolução PEAD, sem dúvida posso não ter tido a verdadeira e esperada dedicação que os professores gostariam mas sem dúvida, mesmo que em palavras soltas e contextos amplos, minha consciência de reflexão foi aprimorada e minha escrita mais desenvolvida.
Assim, dentro das lamentações que ninguém perca a sintonia de viver e tenha esperança de dias melhores...

sexta-feira, 22 de junho de 2018

O pai da Didática

Olá pessoal...


Atualemnte quando falamos de crianças são respeitadas como seres humanos dotados de inteligência, aptidões, sentimentos e limites, logo pensamos em concepções modernas de ensino. Contudo na disciplina de Didática  conhecemos Comênio (1592-1670), o pensador tcheco que é considerado o primeiro grande nome da moderna história da educação.
O modelo de professor que Comênio nos apresenta é o de um clássico, ou seja, de alguém que lê o seu tempo, o registra numa determinada perspectiva pessoal e social e o comunica à sociedade, sendo um clássico da educação e da didática foi um revolucionário educacional do século XVII. Por isso imortalizou-se com suas obras. Elas expressam seu tempo e a ele respondem pedagogicamente os clássicos que devemos ver e ler, entendendo seu momento histórico. A eles é necessário retornar, mesmo que vivamos imersos na imensidão de obras de grandes pensadores atuais.
Comênio tinha o sonho de todo professor que é fazem com que os alunos aprendam mais do que habitualmente vemos em sala de aula onde nossos alunos reproduzindo a decoreba, mostrando que não acreditava já numa pedagogia diretiva. Em sua época já tinha ideias bem avançadas para um caminho onde os alunos fossem preparados para a vida e onde o professor tivesse uma relação mais próxima e de igualdade de todos. Em seu material disponibilizado na disciplina de didatica percebo que ele utiliza muito a ideia de currículo que temos hoje onde devemos abordar os conteúdos de uma forma onde todos as áreas do conhecimento possam ser trabalhadas, numa evolução gradativa de aprender pela utilização de algum objeto conhecido, e é centrado nos eixos formação pessoal pelo religiosidade e social e  de conhecimento do mundo que deverá contribuir para prática e vivência pedagógicas plenas de êxito e alegria, culminando com aprendizagem satisfatória e significativa das crianças dentro da compreensão e capacidade do aluno.

E com é bom conhecer um clássico que nos faz refletir e pensar como atualmente não somos criadores de novos estudos...

Construtivismo

Olá pessoal...
Sabemos que o verdadeiro papel da Escola não é levar conhecimento, mas sim oportunizar o conhecimento, a vivência, a aprendizagem, e que tudo isso seja por um processo onde o aluna aprenda e construa seu saber e use em sociedade, sendo assim o construtivismo um conceito atual e fundamental a ser pensado em nossas escolas e na escola citada na cena do trabalho.
Macedo,
Sabemos que há construtivistas “natos”. Professores que se preocupam mais com o processo de aprendizagem de seus alunos. Que gostam deste nhenhenhém das crianças, que valorizam a informação contextualizada e como pode ser produzida pela criança. Professores que, nunca tendo ouvido falar deste nome (“construtivismo”), “traiam” a cartilha e inventavam um número de outros recursos para aprendizagens do ler, escrever e contar.
 A grande contribuição do Construtivismo, pautado na obra de Piaget e na aplicação pedagógica das teorias construtivistas, pois a  aprendizagem não acontece de forma passiva pelo aluno, cabendo ao professor a tarefa de criar possibilidades enquanto sujeito mediador da aprendizagem e promover situações problema que permitam o conflito e consequentemente avanço cognitivo de cada aluno na sua individualidade
Embora não seja uma técnica de aprendizagem ou um método de ensino propriamente dito, o construtivismo se opõe às concepções inatistas e comportamentalistas sobre os processos de aquisição do conhecimento à medida que pressupõe que a aprendizagem só tem significação se potencializa o desenvolvimento da inteligência como resultado das combinações entre a bagagem hereditária e as experiências adquiridas através das circunstâncias oferecidas pelo meio.
Em minha escola costumo trabalhar o ato de ler, de contar histórias e sempre é maravilhoso o encantamento dos alunos. Na minha construção junto aos meus alunos uma simples flor, presente dado por um dos alunos, após a leitura de uma livro chamado “Todas a cores” – historia que conta a vida das flores coloridas que não queriam se misturar - virou uma aula das múltiplas linguagens, pois proporcionou plantarmos semente, acompanhar o crescimento das plantas, compreender como elas se alimentam, construir um jardim florido, trabalhar as diferenças, cultivar o cuidado, zelo, apreciar a natureza, perceber o ciclo da água e questões de preservação, reciclagem, reutização  e letramento com os objetos mais significantes. Sendo que muito de todas essas vivencias que cito nunca estiveram em meus planejamentos mas como objetivos formaram uma construção muito significante.

Desafios da EJA


Olá pessoal...
Um dos grandes desafios encontrados pelos educadores da EJA é a evasão, tendo em vista que a clientela dessa modalidade tem vários fatores como: trabalho durante o dia, criminalização, desmotivação, famílias desestruturadas e relações sociais conflitantes, questões financeiras, acessibilidade e preconceitos já estabelecidos pela sociedade.
Outro favor enfrentado pelos professores é a dificuldades que esses alunos apresentam, como aponta Hara.
Vejo entre um dos desafios a afetividade e o conhecer o aluno de EJA, pois sabemos que para a alfabetização o aprendizado se dá com a afetividade que por muitas vezes não acontece pelas várias faixas etárias que o EJA comporta as questões de que muitos alunos estão diretamente envolvidos com a marginalização e trafico.
Como professora de EJA hoje são poucos os alunos que realmente procuram a alfabetização, mas o maior drama é ter anos em totalidades mais avançadas onde o aluno não consegue realmente ler e entender o que está lendo (semi-analfabetos).
Existe outros fatores também, como a grande maioria é muito pobre, apresentando muitas dificuldades cognitivas que não tiveram acesso a escola no tempo de escolarização.
O desafio enfrentado pelo professor da EJA é enorme, não basta só alfabetizar, é preciso alfabetizar com competência e motivar esses alunos para a aprendizagem, porém como aponta Hara, isso é pouco encontrado.
Na verdade temos muito o que pensar sobre a EJA, mas é sem dúvida um assunto que me aguça muito estudar o perfil atual dos alunos de EJA e suas motivações de estarem ali buscando crescimento e de como foram para na escola novamente? Qual suas histórias de vida? Quais suas perspectivas?